Já ouviu falar em advocacia disruptiva? Veja aqui o que é!

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O mercado econômico é dinâmico desta forma; estimula as empresas a buscarem investimentos e inovações com o intuito de otimizar os ganhos. Sendo assim, fornecedores de produtos e serviços precisam sempre buscar métodos inovadores para manter suas atividades no mercado gerando lucro. É nesse contexto que surgiu a advocacia disruptiva.

Para entender mais sobre esse assunto, precisamos compreender o seu significado, o contexto em que surgiu, a sua importância no mercado atual e as vantagens que ele proporciona. 

Neste post falaremos mais sobre esse assunto. Acompanhe!

Como surgiu a inovação disruptiva?

Disruptivo significa rompimento, quebra. O termo “disrupção” é usado para caracterizar inovações que passam a disponibilizar produtos acessíveis e vantajosos aos consumidores, criando, assim, um novo mercado promissor.

A teoria da inovação disruptiva explica o fenômeno no qual uma novidade revoluciona um determinado mercado ou setor econômico à medida que o interesse por seus produtos e serviços aumenta. É uma força positiva com o intuito de melhorar tudo que está à disposição no mercado e mantendo a qualidade.

Esse fenômeno gera um desequilíbrio nas empresas que eram líderes em seus ramos. Em virtude da necessidade de reinvenção, muitas organizações enfrentam desafios para permanecerem firmes em suas áreas de atuação, obrigando os modos de produção e as relações negociais a evoluírem constantemente.

Consequentemente, as empresas só têm uma escolha para sobreviverem ao mercado competitivo: ou se adaptam às mudanças necessárias ou irão à falência.

O que é advocacia disruptiva?

Por muitos anos os advogados prestaram serviços jurídicos de acordo com parâmetros de advocacia antiga e tradicional. Porém, esse contexto mudou. A advocacia passou por uma fase de mudanças, rompendo laços e costumes arcaicos e mergulhando na era tecnológica.

Os serviços prestados por advogados estão inseridos em uma economia de mercado na qual a competição é a regra — e, nesse cenário, a busca por inovação e agilidade é indispensável.

É exatamente nesse contexto que surge a advocacia disruptiva com foco no resultado e na satisfação do cliente. Dessa forma, a surgiu uma nova forma de gestão que reinventou a maneira de trabalho do profissional do meio jurídico.

A atividade advocatícia evoluiu e continua evoluindo com o ingresso de inovações tecnológicas, com a introdução do processo eletrônico e o uso de inteligência artificial. Podemos citar como exemplos a automação de fluxos internos e externos na advocacia com robôs, softwares com ferramentas de workflow e dados em bancos de dados.

Quais os pilares da advocacia disruptiva?

Esse instituto está estruturado em três pilares: gestão, tecnologia e marketing.

1. Gestão

É a capacidade de gerir o próprio negócio, ter conhecimento da sua estrutura, do fluxo interno e de indicadores que auxiliam a direcionar o empreendimento da melhor forma. Dessa maneira, criando diferenciais competitivos a outros escritórios, o advogado consegue gerir melhor o seu próprio negócio.

Nesse cenário de constante busca pela eficiência e produtividade, a advocacia disruptiva vem se desenvolvendo.

2. Tecnologia

O ambiente digital provocou uma verdadeira revolução no meio jurídico, impulsionando mudanças. Dessa forma, é essencial combinar as novas tecnologias da informação que surgem ao longo do tempo com uma gestão estratégica do negócio.

Gestão do negócio e ferramentas online

Um software especialmente desenvolvido para advogados é essencial, pois otimiza as informações e torna possível o controle e a documentação de todas as atividades jurídicas que precisam de atenção ou que já foram executadas.

Softwares jurídicos controlam processos, prazos e audiências. Por meio de ferramentas de workflow, que são embasadas na gestão, é possível programar os sistemas para estabelecer e calcular prazos, atendimentos, tarefas, entre outros.

Dessa maneira, as inovações tecnológicas reformulam as relações sociais, comerciais, empresariais e, consequentemente, a maneira pela qual se percebe o Direito. Por isso, é praticamente impossível exercer a advocacia de forma inovadora sem contar com todas as tecnologias que os profissionais têm à disposição hoje.

Nesse cenário de constante busca pela eficiência e produtividade, a advocacia disruptiva vem se desenvolvendo.

3. Marketing Jurídico

O intuito do marketing jurídico é captar novos clientes e impulsionar o crescimento do escritório, sempre aliado ao repertório dos que já utilizam dos serviços prestados pela empresa. O advogado deve se reinventar por meio do marketing jurídico. É inconcebível nos dias de hoje ficar sentado esperando clientes aparecerem. Nesse cenário, torna-se visível a importância das redes sociais e da internet.

Investir em marketing atrai clientes e fortalece a marca do escritório no mercado. Dessa maneira, pode ser elaborado um site próprio para transmitir para fortalecer a comunicação com os clientes e futuros interessados nos serviços. Também é possível optar por divulgar serviços em mídias específicas próprios do âmbito jurídico.

Assim, a gestão interna aliada aos avanços tecnológicos com foco no marketing devem ser os requisitos essenciais e o ponto de partida para um bom serviço.

E equilíbrio entre o marketing e o Código de Ética da OAB?

O Código de Ética da OAB no art. 39 dispõe que “a publicidade profissional do advogado tem caráter meramente informativo”.

O marketing precisa ser velado e discreto. Significa que o profissional não pode adotar estratégias excessivas de publicidade para captação direta de clientes. Apenas é permitido disponibilizar conteúdos com foco informativo para estabelecer relações com as pessoas e assim, angariar futuros clientes.

A advocacia disruptiva é uma ameaça ao modelo convencional?

Ser advogado é prestar serviços jurídicos ao cliente e oferecer soluções com eficiência e técnica. É dever do profissional idôneo estar atualizado e transmitir segurança e orientação ao cliente durante todo o decorrer do processo em que tenha sido contratado.

A inteligência artificial não substitui essas funções. Pensar ainda é um privilégio e uma tarefa exclusiva do advogado. Os meios tecnológicos têm a função de buscar e comparar dados, calcular resultados e com base nas informações recebidas, apresentar soluções.

Dessa forma, o profissional inteligente e que busca fomentar seus serviços para alcançar resultados satisfatórios deve utilizar a advocacia disruptiva, combinando ferramentas de tecnologia, gestão e marketing para o sucesso do seu negócio.

Adotar a advocacia disruptiva é um desafio árduo e complexo que, por outro lado, é inevitável. Ser disruptivo não é apenas ser inovador em certos aspectos, é estudar e planejar como adotar a melhor estratégia para o aperfeiçoamento eficaz do serviço.

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